Haiti extraditou 18 suspeitos para os Estados Unidos em conexão com o assassinato do presidente Jovenel Moïse, ocorrido em julho de 2021. A medida foi anunciada após anos de investigações que envolveram autoridades haitianas e americanas. Joseph Félix Badio, ex-dirigente da unidade de combate à corrupção, foi um dos extraditados, segundo a Agência France-Presse. A morte do presidente, um dos líderes mais populares do país, gerou caos político e social no Haiti.
A operação de extradição envolveu a cooperação entre as autoridades haitianas e os EUA, que buscam identificar e punir os responsáveis pelo crime. O caso foi amplamente coberto pela mídia internacional, com ações de polícia e investigações que se estenderam por anos. A polícia haitiana e a polícia federal dos EUA trabalharam juntas para garantir a entrega dos suspeitos.
O número de acusados no caso chegou a 30 pessoas, mas apenas 18 foram extraditados até o momento. A investigação continua, com a expectativa de que mais suspeitos possam ser levados ao país norte-americano. O caso reflete a complexidade das relações entre o Haiti e os EUA, especialmente em um contexto de instabilidade política e desafios sociais.


























