Mais de 50 mil pessoas morreram na Europa só este verão por causa do excesso de calor. A informação foi divulgada por uma rede de notícias portuguesa, citando dados oficiais. Dois terços das mortes são diretamente atribuídos às alterações climáticas. As temperaturas elevadas, combinadas com secas e ondas de calor extremas, causaram um aumento significativo no número de óbitos. As autoridades alertam para os riscos crescentes devido ao aquecimento global. A região mais afetada foi a Península Ibérica, onde os registos de mortalidade subiram em mais de 30%. As autoridades estão a reforçar os alertas para a população mais vulnerável, como idosos e pessoas com doenças crónicas. O fenómeno climático foi acompanhado por uma onda de calor recorde, com temperaturas que ultrapassaram os 45 graus Celsius em várias cidades. As autoridades alertam que os efeitos do aquecimento global estão a tornar-se cada vez mais visíveis e exigem medidas urgentes para mitigar os impactos. O aumento da mortalidade é uma consequência direta das mudanças climáticas, segundo os dados apresentados. As autoridades estão a trabalhar com organizações internacionais para desenvolver estratégias de resposta. O fenómeno é parte de uma tendência crescente de ondas de calor mais intensas e prolongadas. As autoridades alertam que o aquecimento global está a alterar drasticamente os padrões climáticos.
Mais de 50 mil pessoas morreram na Europa só este verão por causa do excesso de calor

























