Manifestantes em Lisboa decidem passar a noite ao relento após uma nova noite de protesto contra a habitação. Mais de 300 pessoas optaram por retirar as tendas e dormir na rua, em resposta a uma decisão coletiva tomada durante a manifestação no Rossio. A concentração ocorreu sob vigilância policial e foi precedida pela remoção de dezenas de tendas e pela detenção de 55 manifestantes na véspera.
Os manifestantes, que se reuniram na Praça D. Pedro IV, passaram a noite ao relento após um acordo com a polícia e voltaram a montar as tendas ao amanhecer. Alguns chegaram ao local sem tendas, mas com malas de campismo e sacos-cama, indicando uma continuidade no movimento. A decisão de dormir na rua foi aprovada por mais de 300 pessoas, demonstrando uma clara rejeição à proposta de remoção das estruturas.
O movimento surge após uma série de ações policiais que incluíram a remoção de tendas e a detenção de manifestantes. A situação reflete uma tensão crescente entre os protestos contra a habitação e as autoridades. A persistência dos manifestantes, mesmo após a noite ao relento, indica uma resistência organizada e uma busca por visibilidade. A situação continua em observação, com a polícia mantendo presença no local.























