O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, rejeitou a ideia de criar uma "cortina de ferro digital" com os Estados Unidos, durante uma declaração oficial. A expressão, usada para descrever barreiras tecnológicas e de segurança, foi categoricamente rejeitada por Li, que enfatizou a necessidade de cooperação internacional em inteligência artificial.
O líder chinês destacou que a tecnologia deve ser desenvolvida com base em princípios globais e que a colaboração entre nações é essencial para avanços sustentáveis. Ele mencionou que a China e os EUA têm interesses comuns em áreas como saúde e ciência, e que a divisão tecnológica prejudicaria ambos os lados.
A declaração surge em um momento de tensão crescente entre as duas potências, com debates sobre regulamentação de IA e segurança cibernética. Apesar das divergências, Li insistiu que a comunicação e a troca de conhecimento devem continuar, mesmo em temas sensíveis. A posição chinesa contrasta com a postura dos EUA, que têm se posicionado contra a expansão da influência tecnológica da China no mundo.





























