O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no sábado que os Estados Unidos ainda têm de "tratar" de um ou dois alvos no Irão, especificamente a Montanha de Algodão. Paralelamente, ele disse que o ex-candidato à presidência brasileira, Flávio Bolsonaro, pode ficar nos EUA "o tempo que quiser".
Trump fez as declarações durante uma entrevista em que também mencionou que não tem planos de se reunir com Flávio, apesar de ter autorizado a entrada do senador no país. O secretário de Estado, Marco Rubio, negou que o governo dos EUA tenha facilitado a fuga de Flávio, mas confirmou que ele pode permanecer nos EUA por um período indeterminado.
A declaração sobre o Irão surge em um contexto de tensão entre os EUA e o país, com ações militares e sanções em discussão. A referência a "tratar" de alvos sugere uma continuidade de políticas de pressão contra o Irão, mesmo após a saída do país do acordo nuclear.
A situação com Flávio Bolsonaro reflete relações diplomáticas complexas entre os EUA e o Brasil, especialmente após o resultado das eleições presidenciais brasileiras. A permanência de Flávio nos EUA é vista como uma questão de diplomacia e segurança, com o governo norte-americano mantendo uma postura ambígua sobre o caso.
Esses comentários de Trump destacam tanto a política externa dos EUA quanto as relações bilaterais com outros países, revelando uma agenda multifacetada em um momento de mudanças políticas em diferentes partes do mundo.




























