O primeiro-ministro de Montenegro, durante uma sessão de governo, reagiu às críticas sobre a intervenção policial em protestos recentes. O líder governamental afirmou que não houve impedimento ao direito de reunião e manifestação em Portugal, conforme previsto pela lei. Ele destacou que as forças de segurança, especificamente a PSP, agiram em "última ratio" para garantir a ordem pública.
O PM também criticou a oposição, que chamou a atenção para o que considerou uma "viagem para a irrelevância". Segundo ele, a oposição não apresentou propostas concretas e se afastou do debate nacional. A declaração ocorreu após uma semana de manifestações que envolveram diversas cidades do país.
As manifestações, que tiveram como pano de fundo a pressão sobre políticas públicas e reformas sociais, geraram tensão entre o governo e grupos contrários. A PSP foi acusada de usar força excessiva em algumas situações, mas o PM reforçou que as ações foram necessárias para manter a segurança.
A situação reflete um aumento de polarização política no país, com debates acalorados sobre liberdades civis e papel da polícia. A oposição, por sua vez, tem chamado atenção para o que considera uma falta de transparência e diálogo com a população. A tensão persiste, com possíveis novas manifestações previstas para a próxima semana.



























