Manifestantes reuniram-se em Lisboa e no Porto para protestar contra as intervenções policiais e defender o direito à habitação. O protesto, convocado pela Acampada, surge após ações da PSP em várias cidades. Activistas prometem voltar a montar tendas no Rossio após a manifestação.
O ministro Luís Neves rejeitou a ideia de um "braço de ferro" com os manifestantes, garantindo que o direito à manifestação é legítimo. O Governo espera que as protestações ocorram de forma pacífica. A PSP reforçou o dispositivo em Lisboa e no Porto, mas enfatizou a prioridade do diálogo.
Partidos como Livre, PCP e BE pedem soluções para o problema da habitação e rejeitam alterações à lei do arrendamento. Os protestos, que reuniram centenas de pessoas, são parte de um movimento crescente contra a crise habitacional.
A situação reflete um aumento de tensão entre autoridades e manifestantes, com a pressão por políticas públicas mais acessíveis. As acampadas e as manifestações tornaram-se um símbolo da luta pela habitação em Portugal. A comunidade exige mudanças que garantam direitos básicos e acesso a moradia.





















