Manifestantes reuniram-se no Rossio, em Lisboa, neste domingo para uma nova concentração convocada pela acampada de Lisboa. A manifestação tem como objetivo protestar contra a violência policial e reivindicar o direito à habitação. A concentração ocorreu após uma noite de tensão na cidade, durante a qual a Polícia de Segurança Pública (PSP) foi acusada de usar força excessiva contra os manifestantes.
A acampada de Lisboa, que se encontra em uma praça da capital, convocou a manifestação após uma carga policial na madrugada do sábado. Segundo o movimento, dez pessoas foram hospitalizadas durante o confronto. A PSP encontrou três engenhos incendiários, conhecidos como cocktails molotov, no local. A arquiteta Helena Roseta, que participou da manifestação, criticou a atitude do governo e a falta de reação frente às ilegalidades cometidas pela polícia.
A situação tem gerado preocupação entre os manifestantes, que acreditam que a violência policial não é punida e que o governo ignora as suas reivindicações. A acampada, que se tornou um símbolo de luta pela habitação em Lisboa, continua a mobilizar centenas de pessoas em protestos regulares. A tensão persiste, com o movimento exigindo mudanças nas políticas públicas e uma maior transparência nas ações da polícia.




















