A Polícia de Segurança Pública (PSP) solicitou a interdição do espaço aéreo na zona da manifestação e da acampada de Lisboa no sábado, com o objetivo de limitar o uso indiscriminado de drones. A medida foi tomada para salvaguardar a segurança dos manifestantes e evitar possíveis incidentes. A decisão foi comunicada às autoridades competentes e implementada no local.
A PSP agiu em resposta a relatos de uso de drones em áreas de concentração de pessoas, o que gerou preocupações com a segurança. Durante a manifestação, a polícia interveio para garantir o controle do espaço aéreo e evitar que os drones fossem utilizados de forma que pudesse colocar em risco a população. A medida foi aplicada em áreas específicas da cidade, incluindo o Rossio e outras zonas próximas à acampada.
A decisão da PSP foi reforçada por uma série de incidentes em que drones foram observados voando perto de grupos de pessoas, incluindo manifestantes e visitantes. A polícia destacou que a interdição foi uma ação preventiva e que não houve qualquer violência ou agressão durante o processo. A medida foi acompanhada por uma comunicação clara com as autoridades locais e com a população, para garantir transparência e segurança.
A interdição do espaço aéreo ocorreu em um contexto de tensão entre manifestantes e autoridades, com relatos de confrontos em algumas áreas da cidade. A PSP tentou mediar a situação, mas a decisão de interdizer o espaço aéreo foi vista como uma medida necessária para evitar riscos. A situação reflete os desafios crescentes de gestão de manifestações em grandes centros urbanos, especialmente com o uso de tecnologias como drones.


















