Manifestações contra a falta de habitação em Lisboa e Porto foram dispersadas pela PSP, levando a críticas de partidos e a uma investigação pela IGAI. As operações ocorreram no fim de semana e geraram reações de políticos e organizações.

O governo foi acusado de limitar as manifestações, enquanto líderes como Pedro Abrunhosa e Paula Santos criticaram a interpretação restritiva das leis. A PSP interveio para dispersar acampamentos, alegando incumprimento de regras.

António Leitão Amaro elogiou as forças de segurança e destacou a importância do cumprimento das regras. A IGAI abriu processo sobre as ações de domingo, enquanto o PGR pede revisão da lei das manifestações.

As intervenções policias são vistas como uma afirmação de poder, com críticas a partir de diferentes partidos. A situação reflete um conflito entre direitos de manifestação e ordem pública, com debates sobre a legalidade das ações.

A polémica surge após uma série de operações em acampamentos, com alegações de violência policial e limitações à liberdade de expressão. As investigações continuam, com possíveis mudanças na legislação.