José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, rejeitou recentemente a ideia de formar um bloco central com o PSD. Durante as Conferências do Estoril, Carneiro reafirmou que tal coligação não é desejável. A posição do líder socialista contrasta com a de António Barreto, que defende um bloco central para travar o Chega.
Carneiro destacou que o PS e o PSD devem continuar a ser alternativas distintas. Ele enfatizou a importância de uma "alternativa clara" entre os dois partidos. O líder socialista também mencionou o "grande contributo político para a estabilidade política do país" que o seu partido deu ao viabilizar o Orçamento do Estado para 2027.
A rejeição do bloco central surge após Carlos César ter deixado uma ressalva semelhante. Carneiro afastou a hipótese da criação de um bloco central com o PSD, reforçando a necessidade de manter os partidos como opções separadas. A posição do PS reflete uma estratégia de manter a independência política e a clareza nas alternativas para os eleitores.




























