Manifestantes reúnem-se no Rossio, em Lisboa, para novo protesto contra violência policial e pela habitação. A concentração, convocada pela acampada de Lisboa, ocorre após uma madrugada de confrontos entre policiais e manifestantes. A arquiteta Helena Roseta, presente no local, descreve a situação como "um absurdo total, muito sombria".
A Polícia de Segurança Pública (PSP) encontrou três engenhos incendiários de fabrico artesanal no Rossio, após o protesto. O movimento acusa a PSP de ter avançado sobre os manifestantes durante a madrugada, resultando em dez pessoas hospitalizadas. A situação levantou críticas sobre a atuação policial e a falta de repressão contra ilegalidades.
A acampada de Lisboa, que se iniciou há semanas, tem como objetivo pressionar o governo para políticas habitacionais mais justas. A concentração de hoje é parte de uma série de ações que visam denunciar a violência policial e exigir mudanças. A tensão persiste no centro da cidade, com manifestantes e autoridades em confronto constante.



















