O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Leiria, Jorge Martins, alertou o ministro da Administração Interna, Luís Neves, sobre a falta de apoio às corporações após danos causados pela depressão. A reunião ocorreu numa cerimónia em que Neves esteve presente. Os bombeiros pedem intervenção e liderança política, segundo fontes locais.
Jorge Martins destacou a necessidade de uma resposta mais eficaz face aos desafios enfrentados pelos serviços de emergência. A falta de recursos e apoio foi identificada como um problema crítico. O ministro, por sua vez, foi acusado de não ter tomado medidas concretas para resolver a situação.
A situação levantou críticas de comentadores políticos, que apontam a falta de liderança do primeiro-ministro. João Marcelino criticou a postura de Montenegro, que deixou Neves assumir a responsabilidade pelos protestos. O ministro é visto como politicamente fragilizado.
Luís Neves também enfrenta uma queixa-crime por alegadas ameaças e perseguição. Um investigador da PJ acusa-o de campanha de intimidação e difamação. A queixa abrange três anos de supostas ações contra o jornalista Henrique Gouveia e Melo. O ministro nega todas as acusações.
A pressão sobre o ministro aumenta com a combinação de críticas internas e externas. A situação reflete desafios maiores na gestão de crises e na relação entre governo e serviços públicos.





















