Manifestantes que exigem direito à habitação foram confrontados pela PSP com força em Lisboa e Porto, resultando em dezenas de feridos, 13 detidos e 13 policiais feridos. A intervenção policial ocorreu na madrugada de domingo, quase simultaneamente em ambas as cidades. A PSP justificou o uso da força por aumento da resistência dos manifestantes.
A polícia exibiu armas para se defender após ser agredida por manifestantes no Porto. Um agente, integrante de uma equipe de quatro policiais civis na Avenida dos Aliados, mostrou a arma após três colegas terem sido atacados. Em Lisboa, as imagens mostram a PSP avançando contra os manifestantes concentrados nas acampadas.
As acampadas, que voltaram a terminar com bastonadas e petardos, geraram queixa-crime contra o ministro. O Presidente da República pediu esclarecimentos sobre a operação. A PSP alega que a força foi necessária para conter a violência dos manifestantes.
As manifestações, que envolvem milhares de pessoas, são parte de um movimento maior contra a crise habitacional em Portugal. A situação tem gerado tensão entre autoridades e ativistas, com debates sobre o uso da força e a legitimidade das reivindicações dos manifestantes. A PSP reforçou sua presença em áreas de concentração dos protestos, aumentando o risco de confrontos.


















