A Câmara do Porto confirmou que houve uma articulação direta entre a PSP, a Polícia Municipal e o Porto Ambiente durante as acampadas de 12 e 15 de outubro. A informação foi divulgada por fontes oficiais da cidade. As manifestações ocorreram em áreas públicas da cidade, com participantes que se reuniram para protestar contra políticas públicas.
A denúncia, apresentada por um cidadão acompanhado de seu advogado, cobre quatro intervenções policiais em datas diferentes. As ações ocorreram em Lisboa e no Porto, incluindo as de 15 e 25 de outubro. A queixa foi entregue à Procuradoria-Geral da República e pede investigação sobre as práticas da PSP e do Governo. O documento tem 23 páginas e solicita urgência na preservação de provas.
As acampadas em Porto foram uma resposta a políticas públicas que, segundo os manifestantes, afetaram comunidades locais. A colaboração entre as forças de segurança foi vista como uma forma de repressão. A situação levantou debates sobre a legitimidade das ações policiais e o papel das autoridades locais. A investigação pode revelar se houve excessos ou se as medidas foram adequadas.



















