A Câmara Municipal de Porto, liderada por Pedro Duarte, não confirmou detalhes sobre a articulação com a PSP (Polícia de Segurança Pública) em relação à devolução de bens apreendidos. Segundo o Observador, a autarquia deixou por esclarecer quem tomou a decisão sobre as operações e quais instruções foram dadas aos agentes.

Os bens apreendidos permanecem em poder da PSP até que o pagamento da coima seja realizado. A situação levanta dúvidas sobre a transparência e a responsabilidade na gestão dos bens confiscados. A Câmara, que tem a gestão dos recursos municipais, não se posicionou publicamente sobre o processo.

A discussão surge após denúncias sobre a falta de clareza sobre a devolução de bens apreendidos em operações de fiscalização. A PSP, por sua vez, mantém que a devolução depende do pagamento da coima, segundo o que foi divulgado. A falta de esclarecimento gera questionamentos sobre a eficiência e a transparência na gestão dos recursos públicos.