Manifestantes previram uma nova ação de protesto em Lisboa, seguindo a manifestação em Porto. A iniciativa, organizada pelo movimento "acampada pelo direito à habitação", ocorrerá este sábado, 17 de outubro. A decisão surge após um estudo do Banco de Portugal que alerta sobre a crise habitacional. O relatório aponta que os apoios à procura aumentam os preços e as rendas, sem resolver a situação. Uma subida de 1% na procura encarece as casas em 0,69% e as rendas em 0,37%, com impacto maior em Lisboa e no Porto. A análise foi conduzida por João Amador. A crise habitacional persiste, com preços elevados e dificuldade de acesso à habitação. As manifestações buscam visibilidade para o problema. A ação em Lisboa espera participantes e organizadores. A situação reflete descontentamento com políticas habitacionais. O movimento reforça a pressão sobre autoridades. A crise afeta principalmente os jovens e famílias. A falta de oferta é um fator crítico. O estudo do Banco de Portugal reforça a necessidade de mais oferta. A situação persiste, apesar de medidas anteriores. As ações de rua são uma forma de protesto. A pressão cresce sobre governos e instituições. A habitação continua sendo um desafio. A crise exige soluções urgentes. A situação é complexa e multifatorial. A mobilização busca mudanças. A ação em Lisboa pode ser uma nova fase do movimento.