Manifestantes voltaram a ocupar ruas em Lisboa e Porto, com acampadas que se estabeleceram de forma controlada, segundo relatos de jornais locais. Nas duas cidades, grupos organizaram novas tendas, com cerca de 2.500 pessoas no Porto, onde foram aprovadas novas acampadas com 16 tendas. A tensão foi notada, mas sem escalada de violência como em semanas anteriores.
A polícia interveio com medidas moderadas, segundo fontes jornalísticas. Em Lisboa, a atividade foi esporádica, com manifestações e tendas, mas a madrugada foi mais tranquila do que a anterior. No Porto, a Praça D. João I tornou-se um foco de atividade, com manifestantes que mantêm a ocupação. A Polícia de Segurança Pública (PSP) está a fazer intervenções para garantir a ordem, segundo comentários de analistas.
A situação reflete um movimento de protesto que dura semanas, com foco na habitação. Organizações como a Amnistia Internacional criticaram o uso excessivo da força policial e pediram respostas económicas e sociais ao problema. O Presidente da República pediu esclarecimentos sobre a intervenção policial, enquanto líderes de protestos estão disponíveis para conversas.
A contestação social volta a subir de tom, com Lisboa e Porto como centros de atividade. A pressão sobre o governo aumenta, com manifestantes que exigem mudanças. As acampadas continuam a ser um símbolo de protesto, com a população a reivindicar direitos habitacionais. A situação permanece em foco, com a comunidade a acompanhar o desenrolar dos eventos.














