Ricardo Carrilho, dirigente do MAI, acusou o ministro da Justiça, José Neves, de o pressionar para cometer ilegalidades. A afirmação foi feita em declarações ao Observador, em resposta a uma investigação sobre a gestão da pasta. Carrilho destacou que a pressão teria sido exercida para tomar decisões que, segundo ele, violam a lei.

O caso envolve ações relacionadas ao sistema de licenças parentais, que, segundo o jornal Público, obrigam vítimas de violência a sair de casa para obter a autorização. Carrilho alega que a pressão por parte de Neves teria levado a práticas que, na sua visão, são ilegais. A situação tem gerado debate sobre a eficácia e a legalidade das políticas públicas em vigor.

O MAI, órgão responsável por acompanhar casos de violência doméstica, tem sido alvo de críticas por parte de diversos setores da sociedade. A pressão mencionada por Carrilho surge em um contexto de tensão entre o executivo e o legislativo, com debates sobre a eficiência da gestão pública. A situação ainda não foi oficialmente confirmada por Neves, que não se pronunciou publicamente sobre as acusações.